JOANA REAIS é uma cantora-actriz-performer com uma biografia que faz inveja a tão pouco tempo de vida. Com um percurso que começou pelo jazz e que a levou a colaborações com vários artistas, coreógrafos, músicos, bailarinos, compositores nacionais e estrangeiros, foi em 2015 que lançou o seu álbum de estreia: "a Lisboa" que já conquistou o coração do público português e brasileiro.
Sem a pretensão de ser uma embaixadora da cultura portuguesa é inevitável que todos os grandes poetas e navegadores portugueses cheguem ao público pela voz de Joana Reais, aumentando o interesse em descobrir o que se faz de novo em terras lusitanas.
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JOANA REAIS is a young portuguese singer-actress-performer with a biography to be envied for such a short period of life. A journey that began with jazz and that has already led to work with various artists, choreographers, musicians, dancers and composers around the world. It was in 2015 that she released her debut album: "a Lisboa", receiving praise not only from specialized critics, but also from the Portuguese and Brazilian public.
Without pretending to be an ambassador of portuguese culture, it is inevitable that Fado, Fernando Pessoa and all the great portuguese navigators reach the public throughout her performance, increasing interest in discovering what is being done of novelty in lusitanian lands.
sexta-feira, 21 de julho de 2017
terça-feira, 13 de setembro de 2016
A CADA DIA, UMA PESSOA ENLOUQUECE
"Nos manicômios das cidades cosmopolitas, a cada mês, uma ponte desiludida pula de um homem."
EBERTH VÊNCIO
terça-feira, 30 de agosto de 2016
UM MALUCO A MENOS
Em 2005 Richard Pryor já havia desfalcado o mundo que aprendeu a rir das desgraças com o gênio do humor, o mestre dos mestres do stand-up comedy. Impossível não associar o seu nome ao de Gene Wilder, clássica dupla que tanto me fez rir com uma inteligência ímpar e uma forma de fazer parecer tão fácil a arte de rir.
O mundo é dos loucos e a normalidade é a arma do fraco para que padronizando a todos disfarce a sua covardia. Jerome Silberman, nome de batismo de Gene, não aceitou a mediocridade e mostrou através da gargalhada as chagas do nosso cotidiano.
Gratidão é tudo que posso sentir, obrigado por anos e anos de alegria. Que teu legado permita mas malucos em um mundo de torta normalidade.
O mundo é dos loucos e a normalidade é a arma do fraco para que padronizando a todos disfarce a sua covardia. Jerome Silberman, nome de batismo de Gene, não aceitou a mediocridade e mostrou através da gargalhada as chagas do nosso cotidiano.
Gratidão é tudo que posso sentir, obrigado por anos e anos de alegria. Que teu legado permita mas malucos em um mundo de torta normalidade.
sábado, 9 de julho de 2016
MÚSICA NA SALA
Apnéia é uma canção que nasceu para ser trilha sonora de um vídeo Desgarrou-se, criou personalidade própria e oferece colo aos ansiosos e apresados.
Tudo tem seu tempo, mas é preciso vivência e maturidade para aceitar o descontrole que é viver. Quase nada está em nossas mãos e a onipresença é um atributo divino. Aproveite o momento, não te resta uma alternativa, é isso ou isso.
Esta versão foi gravada para o projeto Música na Sala, criado por Fabio Ferreira que com suas palavras fala do projeto: "um desejo de anos que aos poucos foi se materializando. A vontade de unir dois interesses em um único trabalho/prazer/diversão finalmente tomou um formato e teve seu pontapé inicial. Me proporciona muito mais do que imaginei, expandi meus horizontes pessoais, conheci gente bacana, músicas legais e talentos que de outra forma possivelmente eu nunca teria encontrado.
Tudo tem seu tempo, mas é preciso vivência e maturidade para aceitar o descontrole que é viver. Quase nada está em nossas mãos e a onipresença é um atributo divino. Aproveite o momento, não te resta uma alternativa, é isso ou isso.
Esta versão foi gravada para o projeto Música na Sala, criado por Fabio Ferreira que com suas palavras fala do projeto: "um desejo de anos que aos poucos foi se materializando. A vontade de unir dois interesses em um único trabalho/prazer/diversão finalmente tomou um formato e teve seu pontapé inicial. Me proporciona muito mais do que imaginei, expandi meus horizontes pessoais, conheci gente bacana, músicas legais e talentos que de outra forma possivelmente eu nunca teria encontrado.
Salve o Música na Sala!
quinta-feira, 7 de julho de 2016
EM CASO DE LUCIDEZ
A loucura ou insânia é, segundo a psicologia uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados anormais pela sociedade. Não fui eu quem disse, foi a Wikipédia. Tirem vossos olhos da tela e dêem uma bela olhada ao redor, discretamente por favor, não queremos chamar a atenção. Não sei aí, mas aqui eu não chamaria de normal o movimento dos 7 bilhões de bípedes que, por portarem um telencéfalo altamente desenvolvido, esquecem que são bichos e julgam-se deuses, ou ao menos imagem e semelhança de um. Comer, cagar, respirar, dormir, beber agua e foder, na tentativa de reduzir a escassez das suas necessidades básicas o bicho, ops, o deus, não, o homem criou, lapidou, construiu, dobrou, cortou, comprimiu, esticou o que pode e o que não pode para seu conforto e prazer, tornando as seis necessidades básicas zilhões de necessidades não tão nobres assim. Engordaram os abastados, definharam os necessitados. O homem corre, corre, corre e não tem tempo de se perguntar para onde. O homem morre, morre, morre e não tem tempo de se perguntar pelo que. Loucura é o pensamento dentro da caixa, é a gravata que estrangula o pescoço, é a moça que evita a rua escura, é o mendigo que come os restos dos cães de estimação e o bilionário que rouba 3 centavos em cada refeição de centenas de crianças pobres só para aumentar uma conta bancária com tantos zeros que um a mais ou a menos faz diferença nenhuma ao acordar pela manhã. Eu quero a pílula azul, não dá mais. A ignorância é uma dadiva, uma benção, um tesouro... em caso de lucidez, desta normal lucidez, "loucurem-me".
domingo, 19 de junho de 2016
NÃO ABREVIE BEIJOS
-Bjo, bj, bjs,
-Abço, abç, abçs…
Em tempos de violência, articula-se muito bem para praguejar!
-Canalha! Imbecil! Otário!
-O ódio vende-se a kilo, o amor em grama!
-Bjo, bj, bjs,
-Abço, abç, abçs…
Na ânsia por mais tempo, mais vida, mais isso, mais aquilo… abreviamos para caber mais, para pegar mais, para correr mais e só nos sobra menos.
- Abreviamos beijos, Bj. Abreviamos abraços, Abçs, mas completamos ofensas, com ponto, virgula, acento e muitas reticências.
-O ódio vende-se a kilo, o amor em grama!
-Não é auto ajuda não amigo, é pura necessidade de completar o que por demais abreviou-se.
Não é conselho pra felicidade, é remédio pra bom humor, é cura pra essa dor que já nem se sabe se é dor de dente, de pé ou de alma, mas calma, calma que pra pressa sempre existiu cura.
-Respire fundo, inspire, expire e beije, abrace. Não corra pra ganhar a vida que a vida foi ganha no dia que "ocê" nasceu. Só corre quem quer abraçar a morte, quem quer viver a vida, vive.
-Faça o que te der no telhado, mas por favor eu te peço mais uma vez, não abrevie abraços, não abrevie beijos.
domingo, 24 de abril de 2016
BORBOLETA
Aqui estamos nós, dando voltas no sol enquanto giramos em torno de nós mesmos e por necessidade ou falta do que fazer inventamos... calça, cadeira, tesoura, agulha, bicicleta, asa delta, binóculo, telefone, fotografia, tapete, chinelo, campainha, chupeta, violão, bigorna, escafandro, patinete, caneta, canções e reticências. E dessa necessidade insana nasceu Borboleta, e aqui temos Beto Chedid e Joana Reais temperando e improvisando.
domingo, 18 de outubro de 2015
MAQUINA DE FAZER MALUCO NO 512
Como contar uma história em três minutos e meia dúzia de acordes? A Máquina de Fazer Maluco diz o que todos já sabem, mas não cansam de ouvir; não inventa a roda, mas pinta ela com as cores do arco-íris enquanto chora alegrias e ri das desgraças. E já que de loucos todos temos um pouco, a Máquina só vem produzir mais alguns malucos para engrossar o caldo!
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Romes Pinheiro: Voz, guitarra e ukulele
Ricardo Cordeiro: Guitarra e violão
Willian Strotttmann: Baixo
Dionísio Monteiro: Bateria
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Romes Pinheiro, idealizador da Máquina de Fazer Maluco, é violonista, cantor, compositor, ator graduado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pós-graduado em Produção Teatral na Escola Superior de Teatro e Cinema da Universidade de Lisboa (Portugal). Filho de um músico amador, despertou o interesse pela música saltitando em cobertores na sala de casa no frio do inverno portalegrense ao som de Raul Seixas, Eliana Pittman, The Jackson 5 e alguns discos de música infantil que abasteciam o toca discos (artifício da mãe para manter seus três filhos entretidos). Não demorou para aproveitar a ausência do pai no horário laboral e experimentar seus instrumentos, o acordeon e o violão, optando pelo segundo.
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O QUÊ? Espetáculo Máquina de Fazer Maluco
QUANDO? Dia 21 de Outubro às 22h
ONDE? Espaço Cultural 512 (João Alfredo, 512 - Cidade Baixa)
QUANTO? R$10
PORQUÊ? A pergunta certa seria: porque não?
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O espetáculo é uma realização da Produtora Máquina de Fazer Maluco e da Outros 500 produções colaborativas e tem apoio da Dress it, da La Photo Galeria e Espaço Cultural, do estúdio Jean Pierre Kruze Photographer e da Graxaim Films.
Concepção e criação do cenário: Jean Pierre Kruze
Design: jrp
Fotos: Jean Pierre Kruze
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O QUÊ? Espetáculo Máquina de Fazer Maluco
QUANDO? Dia 21 de Outubro às 22h
ONDE? Espaço Cultural 512 (João Alfredo, 512 - Cidade Baixa)
QUANTO? R$10
PORQUÊ? A pergunta certa seria: porque não?
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O espetáculo é uma realização da Produtora Máquina de Fazer Maluco e da Outros 500 produções colaborativas e tem apoio da Dress it, da La Photo Galeria e Espaço Cultural, do estúdio Jean Pierre Kruze Photographer e da Graxaim Films.
Concepção e criação do cenário: Jean Pierre Kruze
Design: jrp
Fotos: Jean Pierre Kruze
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
SURREAL É O COTIDIANO #01
O último censo registrou 200 milhões de pobres injustiçados no grande país do futuro. (Minha mãe já está farta de me ouvir perguntar: "Já chegamos no futuro mãe? Ainda não!" Sempre ainda não.) Um especialista explica que o que acontece com o brasileiro é uma espécie de azar coletivo e, por mais que faça tudo certo, Dick Vigaristas aparecem na hora H e vai tudo por água abaixo, logo, a culpa é sempre de outrem.
Resolvi encontrar um culpado pelo meu saldo bancário, meu bicho de pé e minha dor de dente. Não encontrei espelho e achei meio brega essa moda de andar com dedo de seta a acusar todos por tudo.
Resolvi encontrar um culpado pelo meu saldo bancário, meu bicho de pé e minha dor de dente. Não encontrei espelho e achei meio brega essa moda de andar com dedo de seta a acusar todos por tudo.
Perguntei a uma distinta senhora o motivo dos ditos infortúnios de nossa república federativa e ela foi rápida como um pistoleiro do Sergio Leone: "OS POBRES!!!!" Não me convenceu. Pelas palavras dela, pobre não estuda, não se esforça e quer mais é viver na moleza e boa vida da sua imensa mansão de 2 metros quadrados sem saneamento básico. Pensei - por vezes cometo essa loucura neural - se pobre não estuda e não se esforça, não torna-se engenheiro. Se não são pobres os engenheiros responsáveis pelas obras de construção das estradas brasileiras, porque são tão ruins? Como os pobres conseguem induzir os engenheiros a cometerem tantas falhas?
Perguntei a uma jovenzinha com ar pseudo intelectual, quem amarra nossa nação impedindo que chegue finalmente ao paraíso prometido? "OS RICOS!!!" Disparou ela com uma certeza de dar inveja e, antes que eu movesse meio músculo para uma segunda pergunta, completou: "E O COMODISMO DA CLASSE MÉDIA!!!!" Fiz as contas: segundo os pobres, a classe média e os ricos, os cretinos que estão o f**** essa m**** toda são os pobres+a classe média+os ricos, só sobraram os miseráveis. Olho com uma culpa triste para o mendigo que dorme na marquise do prédio em frente e não é que ele tem um ar inocente? Não me parece ter votado nem em Dilma nem em Aécio, não especulou no mercado financeiro, no imobiliário e nem no banco imobiliário, pagou todos os impostos que devia e nunca vive acima das suas possibilidades. Taí, vou perguntar para ele de quem é a culpa. " A vida é assim amigo, não guardo mágoas nem procuro responsáveis pelos meus atos". Uou!!!! Alguém devia prender esse homem, ele sabe demais.
Se eu ganhasse 1 dólar para cada vez que um brasileiro na terceira pessoa dissesse: "Sabe qual é o problema do brasileiro?"
Já vi culparem Pedro Álvares Cabral, só falta culparem Adão (os criacionistas) e Big Bang (os evolucionistas) e eu também tenho uma teoria: a culpa é dos índios que esconderam os espelhos que receberam em troca de ouro. Sem espelhos vai levar um longo tempo para encontrarmos o culpado, talvez uma selfie ajude.
Vou ligar pra minha mãe e perguntar se o futuro chega hoje que eu tenho planos de recebê-lo de banho tomado.
Perguntei a uma jovenzinha com ar pseudo intelectual, quem amarra nossa nação impedindo que chegue finalmente ao paraíso prometido? "OS RICOS!!!" Disparou ela com uma certeza de dar inveja e, antes que eu movesse meio músculo para uma segunda pergunta, completou: "E O COMODISMO DA CLASSE MÉDIA!!!!" Fiz as contas: segundo os pobres, a classe média e os ricos, os cretinos que estão o f**** essa m**** toda são os pobres+a classe média+os ricos, só sobraram os miseráveis. Olho com uma culpa triste para o mendigo que dorme na marquise do prédio em frente e não é que ele tem um ar inocente? Não me parece ter votado nem em Dilma nem em Aécio, não especulou no mercado financeiro, no imobiliário e nem no banco imobiliário, pagou todos os impostos que devia e nunca vive acima das suas possibilidades. Taí, vou perguntar para ele de quem é a culpa. " A vida é assim amigo, não guardo mágoas nem procuro responsáveis pelos meus atos". Uou!!!! Alguém devia prender esse homem, ele sabe demais.
Se eu ganhasse 1 dólar para cada vez que um brasileiro na terceira pessoa dissesse: "Sabe qual é o problema do brasileiro?"
Já vi culparem Pedro Álvares Cabral, só falta culparem Adão (os criacionistas) e Big Bang (os evolucionistas) e eu também tenho uma teoria: a culpa é dos índios que esconderam os espelhos que receberam em troca de ouro. Sem espelhos vai levar um longo tempo para encontrarmos o culpado, talvez uma selfie ajude.
Vou ligar pra minha mãe e perguntar se o futuro chega hoje que eu tenho planos de recebê-lo de banho tomado.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
POEMAS QUE O DIABO NÃO LEU #01
MAQUINA DE FAZER MALUCO
A loucura veio antes da razão
O tudo era sim, o nada era não
E sem nada para fazer
O homem tudo quiz
Com o verbo solto
A boca diz
Não havia escolha
Já que tudo era afirmação
Cansado de tudo
Um dia disse não
Transformando cada sim
Em incontáveis negações
Enclausurou o verbo
Enquadrou o sentido
Conceituou quereres
Dificultou prazeres
Tornou-se culto
E achou bom
Esqueceu que negar é deixar de ser
O que não foi
O que não é
E o que não será
Vistam-se de cores
abandonem essa alma em luto
Dispam-se da razão
E entrem na Maquina de Fazer Maluco
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
MEDO OU PREGUIÇA
Nosso temor mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso temor mais profundo é que somos excessivamente poderosos. É nossa luz, e não nossa escuridão, que nos atemoriza. Perguntamo-nos: quem eu sou para ser brilhante, magnífico, talentoso e fabuloso? Na realidade, quem é para não sê-lo? Subvalorizar-se não ajuda o mundo. Não há nada de instrutivo em acovardar-se para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Esta grandeza de espírito não se encontra só em alguns de nós; está em todos. E ao permitir que nossa própria luz brilhe, de forma tácita, estamos dando às demais permissão para fazer o mesmo. Ao nos libertarmos de nosso próprio medo, automaticamente, nossa presença liberta outros”.
Marianne Williamson
terça-feira, 9 de junho de 2015
PRODUÇÃO EM EQUIPE
Pra fazer a Maquina que você vê a gente faz muita coisa que você não vê.
Finalizando vídeos e fotos com três braços direitos que tenho. Joana Reais, Jean Pierre Kruze e Leticia Kleemann fazem eu correr mais rápido, gritar mais alto e chegar mais longe. Não há dinheiro no mundo que pague a satisfação de ver idéias concretizarem-se ao lado de amigos queridos. Algumas imagens do trabalho criativo que ainda precisa de arestas aparadas para vir ao mundo.
O vapor dos motores da Maquina de Fazer Maluco embelezam esse cenário que estamos construindo para um futuro próximo. Obrigado amigos, sem vocês a Maquina não é.
Gravação de vídeo da música Apnéia
Finalizando vídeos e fotos com três braços direitos que tenho. Joana Reais, Jean Pierre Kruze e Leticia Kleemann fazem eu correr mais rápido, gritar mais alto e chegar mais longe. Não há dinheiro no mundo que pague a satisfação de ver idéias concretizarem-se ao lado de amigos queridos. Algumas imagens do trabalho criativo que ainda precisa de arestas aparadas para vir ao mundo.
O vapor dos motores da Maquina de Fazer Maluco embelezam esse cenário que estamos construindo para um futuro próximo. Obrigado amigos, sem vocês a Maquina não é.
Foto: Joana Reais
Gravação de vídeo da música Apnéia
Foto: Joana Reais
quinta-feira, 23 de abril de 2015
EXAUSTÃO
Existem algumas músicas que eu simplesmente não sei qual o gatilho disparou para terem nascido, não lembro quando estava em processo e até desconfio que plagiei do meu irmão gêmeo antes de mata-lo. Exaustão é dessas e por isso precisei apelar para a interpretação de texto que a professora Iara tanto ressaltava a importância nos idos tempos de escola. Essa versão foi gravada para o projeto Música Em Casa na primavera de 2014 em Lisboa e agora serve para matar a saudade da casa do Conde Redondo.
Imagens: Miguel Lopes
Voz feminina: Joana Reais
Imagens: Miguel Lopes
Voz feminina: Joana Reais
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Deixa, tudo isso passa
Essa "corrida", uma competição de ramsters na rodinha resultará em fracasso de uma forma ou de outra. Não há pódio ou paraíso, nem 30 virgens te esperando no céu. Correr na mesma direção de todos e ser o primeiro a chegar não te garante um troféu. A morte é certa, então deixa, tudo isso passa.
domingo, 6 de julho de 2014
PRÉ-APNEIA
Apneia é um exercício de composição em que o ponto de partida é um lugar de onde nunca tinha saído. Uma tentativa de dar novo vigor a criação, evitando os lugares comuns, os cacoetes e os atalhos. Já me aproximo de algo satisfatório e devo concluir esse processo nos próximos dias. Letra pronta, agora é estruturar a canção e gravar a voz.
APNÉIA
Deixa, tudo isso
passa
Não adianta
acelerar relógios que o tempo não muda seu passo
Não espere de mim
Tolerar o que fez
Das covas que tu
mesmo abriu
Uma serviu pra
extinguir teu sorrir
Tanto exagero não
te fica bem
Tira a bigorna
que leva no peito
Não é sofrer que
te da algum direito
Não é defeito
aceitar que não deu
Diz, se não fez
tudo o que deu
Se não correu sem
parar
Se não gastou
todo o ar
Que tem
Quem vai
tentar
Nau ao fundo
Insistir
Não é uma guerra
E não existe na
terra
Alguém que se
declare
Ser teu inimigo
Então deixa
Tudo isso passa
Tudo isso passa
Deixa
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Ofício dos ossos ou devagar se vai a lua
É uma música ou um teste? No dia em que recebi meu gravador portátil e um mini sintetizador tive a idéia de experimentar gravar uma música e não fazer nenhuma pós-edição. Encontrar timbres, volumes, dinâmicas... afim de não precisar alterar nada após gravar. Como não tinha nenhuma canção que encaixa-se nesse molde, acabei por improvisar na hora de gravar. Ao fim de três sessões fiquei relativamente satisfeito com o resultado que acabou por receber o nome de Ossos do ofício. Já que estava no modo laboratório, criei um "vídeo-experimento-vamosverondeissoacaba" e agora, quase 1 ano depois, aproveitando que tô com a mão na massa com os vídeos do Músicas no parque, finalmente editei os Ossos.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Música no parque - Guarda-chuva
Segundo vídeo da serie música no parque, aproveitando a incrível luz de Lisboa nesta época do ano. Guarda-chuva é das músicas mais antigas da Maquina e essa é uma releitura feita no ukulele. Após a fonte luminosa na Alameda, foi a vez do Campo Mártires da pátria servir de palco para o quaquaqua.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
MÚSICAS NOS PARQUES
Lisboa, além de uma luz maravilhosa, tem parques fantásticos. Com a chegada do verão os jardins passam a ser parada obrigatória para os lisboetas e como já passei algum tempo tocando nestes pequenos oásis, resolvi registrar algumas canções tendo como cenário pedaços do paraíso em plena selva de pedra.
ENJOY!!!!!
segunda-feira, 5 de maio de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
FINAL DE SEMANA NO BRAÇO DE PRATA
Na próxima quarta temos mais quatro compositores apresentando suas criações a solo em um dos palcos da Fábrica do Braço de Prata e nos dias 28 de fevereiro e 1 de março muitas surpresas nas parcerias criadas por duplas, trios, quartetos... tudo pode acontecer, inclusive nada, mas só vai saber quem for à Fábrica. Por €6 tu garante as duas noites e concertos únicos que não voltam a acontecer!

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