segunda-feira, 10 de agosto de 2015

MEDO OU PREGUIÇA

Nosso temor mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso temor mais profundo é que somos excessivamente poderosos. É nossa luz, e não nossa escuridão, que nos atemoriza. Perguntamo-nos: quem eu sou para ser brilhante, magnífico, talentoso e fabuloso? Na realidade, quem é para não sê-lo? Subvalorizar-se não ajuda o mundo. Não há nada de instrutivo em acovardar-se para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Esta grandeza de espírito não se encontra só em alguns de nós; está em todos. E ao permitir que nossa própria luz brilhe, de forma tácita, estamos dando às demais permissão para fazer o mesmo. Ao nos libertarmos de nosso próprio medo, automaticamente, nossa presença liberta outros”. 

Marianne Williamson

terça-feira, 9 de junho de 2015

PRODUÇÃO EM EQUIPE

 Pra fazer a Maquina que você vê a gente faz muita coisa que você não vê.
Finalizando vídeos e fotos com três braços direitos que tenho. Joana Reais, Jean Pierre Kruze e Leticia Kleemann fazem eu correr mais rápido, gritar mais alto e chegar mais longe. Não há dinheiro no mundo que pague a satisfação de ver idéias concretizarem-se ao lado de amigos queridos. Algumas imagens do trabalho criativo que ainda precisa de arestas aparadas para vir ao mundo.
O vapor dos motores da Maquina de Fazer Maluco embelezam esse cenário que estamos construindo para um futuro próximo. Obrigado amigos, sem vocês a Maquina não é.
Foto: Joana Reais

Gravação de vídeo da música Apnéia
Foto: Joana Reais

quinta-feira, 23 de abril de 2015

EXAUSTÃO

Existem algumas músicas que eu simplesmente não sei qual o gatilho disparou para terem nascido, não lembro quando estava em processo e até desconfio que plagiei do meu irmão gêmeo antes de mata-lo.  Exaustão é dessas e por isso precisei apelar para a interpretação de texto que a professora Iara tanto ressaltava a importância nos idos tempos de escola. Essa versão foi gravada para o projeto Música Em Casa na primavera de 2014 em Lisboa e agora serve para matar a saudade da casa do Conde Redondo.


Imagens: Miguel Lopes
Voz feminina: Joana Reais

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Deixa, tudo isso passa

 Nem só a literal falta de ar causa apneia. A claustrofóbica sensação de não corresponder as expectativas sociais, familiares e/ou profissionais também sufocam. "Deixa, tudo isso passa."
Essa "corrida", uma competição de ramsters na rodinha resultará em fracasso de uma forma ou de outra. Não há pódio ou paraíso, nem 30 virgens te esperando no céu. Correr na mesma direção de todos e ser o primeiro a chegar não te garante um troféu. A morte é certa, então deixa, tudo isso passa.

domingo, 6 de julho de 2014

PRÉ-APNEIA

 Apneia é um exercício de composição em que o ponto de partida é um lugar de onde nunca tinha saído. Uma tentativa de dar novo vigor a criação, evitando os lugares comuns, os cacoetes e os atalhos. Já me aproximo de algo satisfatório e devo concluir esse processo nos próximos dias. Letra pronta, agora é estruturar a canção e gravar a voz.



APNÉIA

Deixa, tudo isso passa
Não adianta acelerar relógios que o tempo não muda seu passo
Não espere de mim
Tolerar o que fez
Das covas que tu mesmo abriu
Uma serviu pra extinguir teu sorrir
Tanto exagero não te fica bem
Tira a bigorna que leva no peito
Não é sofrer que te da algum direito
Não é defeito aceitar que não deu
Diz, se não fez tudo o que deu
Se não correu sem parar
Se não gastou todo o ar
Que tem
Quem vai tentar
Nau ao fundo
Insistir
Não é uma guerra
E não existe na terra
Alguém que se declare
Ser teu inimigo
Então deixa
Tudo isso passa
Deixa

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Ofício dos ossos ou devagar se vai a lua

É uma música ou um teste? No dia em que recebi meu gravador portátil e um mini sintetizador tive a idéia de experimentar gravar uma música e não fazer nenhuma pós-edição. Encontrar timbres, volumes, dinâmicas... afim de não precisar alterar nada após gravar. Como não tinha nenhuma canção que encaixa-se nesse molde, acabei por improvisar na hora de gravar. Ao fim de três sessões fiquei relativamente satisfeito com o resultado que acabou por receber o nome de Ossos do ofício. Já que estava no modo laboratório, criei um "vídeo-experimento-vamosverondeissoacaba" e agora, quase 1 ano depois, aproveitando que tô com a mão na massa com os vídeos do Músicas no parque, finalmente editei os Ossos.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Música no parque - Guarda-chuva

Segundo vídeo da serie música no parque, aproveitando a incrível luz de Lisboa nesta época do ano. Guarda-chuva é das músicas mais antigas da Maquina e essa é uma releitura feita no ukulele. Após a fonte luminosa na Alameda, foi a vez do Campo Mártires da pátria servir de palco para o quaquaqua.